Para concluir o tema que abordamos nos ultimos dois posts, vamos falar um pouco sobre os padrões e as técnicas para adotá-los, que são tão importantes no papel do arquiteto de software.

O uso de padrões ou como é mais conhecido Design Patterns, é uma das partes mais difícieis no dia-a-dia de qualquer profissional de TI, pois a todo tempo novas abordagens surgem para otimizar ou modificar a maneira de solucionar um mesmo problema. Quando eu leio sobre uma nova tecnologia, tento listar e identificar os diferentes padrões que são utilizados e extrair qual a abordagem que a diferencia das outras ( essa parte não é fácil de implementar).

Para se definir qual o padrão ou framework a se utilizar, deve-se observar primordialmente que os melhores, são geralmente desenvolvidos de forma genérica a atender todas as possíveis abordagens, podendo assim dessa forma, incrementar a produtividade no desenvolvimento de uma solução de software, sem invenções incríveis.

Durante reuniões técnicas para discussão de um problema, deve-se evitar erros comuns, como as famosas siglas, criando uma “sopa de letras” que não permitem que todos entendam de forma clara e objetiva o que se pretende fazer, deixando na verdade, mais dúvidas que soluções nas cabeças das pessoas. Ser objetivo é o principal !

“Entender como uma tecnologia trabalha, não é o bastante para desenvolver uma solução de software robusta, entender aonde a tecnologia é aplicável numa solução, é essencial para o desenvolvimento de um produto de qualidade.”

Essa frase resume bem qual o real sentido da coisa, utilizar tecnologia por si só, não é garantia de solução para os problemas.

Com isso concluímos essa série e espero que todos tenha gostado.